sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Judoca do Flamengo estreia na seleção e quer pai na torcida pela 1ª vez em 2016


Danielle Karla Flamengo outubro rosa (Foto: Reprodução / Instagram)O nome de Danielle Karla Oliveira nem aparece no ranking mundial adulto da categoria meio-médio (-63kg). Já na lista de juniores, ela era a terceira melhor do mundo. Também pudera, a cearense de apenas 20 anos, que se mudou aos 17 para o Rio de Janeiro, chegou à seleção brasileira sênior no fim do ano passado e agora faz sua estreia com a equipe principal, no Grand Prix de Dusseldorf, que acontece de 20 a 22 de fevereiro, na Alemanha.

Em 2012 ela trocou Fortaleza pelo Rio. Ficou um ano no Instituto Reação, mas foi no Flamengo que se destacou e começou a defender as seleções de base. Iniciou no esporte aos 6 anos para tentar reagir às implicâncias do irmão mais velho. Com o apoio da mãe, dona Carmen, e "paitrocínio" de seu Antônio Carlos, começou a competir - apesar de nunca ter conseguido que o pai fosse assisti-la lutar. A única vez que tentou, se aborreceu com a filha, que, desatenta, não prestou atenção quando chamaram seu nome e foi desclassificada por não aparecer: "Ele ficou bravo e nunca mais foi". A esperança agora é que seu Antônio Carlos mude de ideia e assista Danielle ao vivo pela primeira vez caso ela se classifique para os Jogos do Rio, em 2016.

- Sempre sonhei com as Olimpíadas. As meninas são bastante fortes, mas nada é impossível. De dois anos para cá minha vida virou. Para 2016 nada está certo no meu peso, está aberto ainda. Se ele vem? Acho que sim. Ele vem. Tem que vir, pelo menos as Olimpíadas ele tem que assistir, né.

Danielle Karla judô flamengo treino saquarema (Foto: Raphael Andriolo) 
Danielle luta com estrangeira no treinamento internacional de Saquarema (Foto: Raphael Andriolo)

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